Ex - Adufe 3.0

20 November, 2007

Google doesn’t like me

Filed under: Blogologia, Economia

This has become a pub-blog. A 95% sponsored weblog. I use the reviews that the sponsors provide as an excuse to blog away telling and inventing the stories I like. Every single time I’m paid to blog I tell everyone by categorizing the post as publicity. I refuse to write concealed advertisements.

This for me is as honest, if not more, than what google does in it’s “free” services like Gmail and the works.

Today, Google honored Ex-Adufe 3.0 with a 0 Page Rank. With this Google proves, for instance, that it is not interested in distinguish between a pub-blog that levels with you informing what is an ad from another that completely conceals its deals. Google is more concerned with its business than with you. Google Page Rank is not a freebie provided by Google, it is a simple way to control what is Google deserving from what it isn’t. According to who? To Google naturally.

The link business and the review business are not owned by Google. They provide a way to earn money outside Google’s ad program and they expose the frailties of Google’s all mighty algorithm by exploiting its excessive automation and amorality.

Page Rank should be all about content, honest, undeceiving, externally evaluated content. Since when a good ad or review should be automatically banned from good guys city? Since you put in Google’s hand the decision about what is and it isn’t good for you. The battle is just beginning and new warriors are thankfully arriving at the fight.

7 November, 2007

SEO – The free

Filed under: Blogologia, Economia, Media

No Marketing de Busca, o António Dias esclarece, provoca, dá dicas e pergunta há vários meses sobre questões envolvendo o genérico e todo popular tema de Search Engine Optimization.
O SEO mandará que a referência forte seja ele próprio contudo o nome Marketing de Busca parece-me particularmente feliz para malta lusófona.
Num dos últimos artigos abordou a questão do Page Rank a propósito da recente revisão que o google fez a uma boa parte das páginas rastreadas. Por aqui assiná-la-se que este autêntico blogue patrocinado (e este posts Não é patrocinado) foi finalmente penalizado de forma significativa pelo todo-poderoso google levando com um downgrade de PR 4 para PR2. Comparando com o que se passou com o blog do António só posso considerar justíssimo o tratamento diferenciado, ainda assim tenho algo a confessar: divirto-me genuinamente a encontrar formas diferentes de abordar os temas que os patrocinadores me propõem sejam eles contratos por links ou análises genuínas e incondicionais a páginas e empresas. Além deste divertimento muito moderadamente remunerado, há ainda outro ponto de honra para que esta brincadeira continue. Todas e quaisquer palavras patrocinadas serão sempre identificadas enquanto “Publicidade”.
E agora se me dão licença vou precisamente tratar aqui de um cliente ;-)

2 November, 2007

The special magic of a gift card

Filed under: Economia, Publicidade

While strolling around last sponsors website I reached to a particular sub-domain specialized in giftcards. Naturally a proper Christmas or any other excuse to give a gift is not properly done without the appropriate card… But now we join the two with the gift card option. Well, sort of.
Some years ago, near the begging of internets commercial boom, every kind of remotely social event was signalled by a myriad of e-mails full with imaginative online gift cards, well not exactly a card that vouchers for a gift, but a card that was a gift in it self. After a while, maybe due to the life cycle of myself and of my friends, maybe to the rising price of the cards available, it tended to decrease significantly to a point where I don’t remember the last time a received or sent one.
So, what’s it to you? Well like what happens when you stop listening to the new music available I got outdated. That was what happened to me when I took a look on what is on the scene in terms of gift cards! Now the diversity comes with the design but also with the astonishing variety of products that you can offer (by card) giving to the receiver some slack to choose and more easily complete the wish list.

17 September, 2007

Fóruns: o novo abono de família, depósitos a prazo, IRS e outros

Filed under: Blogologia, Economia


Fóruns Economia & Finanças

"Desde ontem encontram-se disponíveis vários fóruns sobre os temas que foram ganhando relevância em termos de inter-actividade no Economia & Finanças.(…) Para já e recorrendo às sugestões e interesses dos leitores que por aqui têm passado ao longo do último ano (estamos a escassos dias do primeiro aniversário) temos como temas, o reembolso de IRS, o abono de família (com detalhes para o apoio pré-natal e para a majoração do abono), os depósitos a prazo e a actualização das rendas. EM breve teremos ainda um fórum sobre as bolsas de valores com particular enfoque na Euronext Lisboa (em princípio lá para meados de Outubro). Há assim já vários fóruns/tópicos activos com informação disponível como sejam:

- Reembolso IRS 2007
- Abono de Família Pré-natal
- FAQ sobre o abono de família pré-natal 
- Majoração do Abono de Família
- FAQ sobre a majoração do abono de família
- Abono de família
- FAQ sobre o abono de família
- Abono de família e pré-natal - valores relativos a 2007
- Qual é o melhor depósito a prazo neste momento?
- Actualização das rendas 2007
- Actualização das rendas 2008

Há ainda um espaço para "Informação geral sobre os fóruns, críticas e sugestões".

O objectivo primário é disponibilizar de forma sintética e acessível, permanentemente actualizada, a informação disponível sobre cada tema. Se é verdade que o formato blogue permite dar o destaque no momento, a informação vai ficando dispersa e para temas que geram com frequência dúvidas e troca de impressões e de experiências entre os leitores e editores, o formato de um post com os seus comentários vai-se tronando pouco prático. Os fóruns permitem centralizar essa informação (das referências legislativas, às experiências pessoais) maximizando-se assim a utilidade dos dados recolhidos ao serem colocados de forma organizada e mais visível ao leitor que aqui chegue.

O espaço fica disponível, haverá algum contributo de gestão, alguma da informação trocada nos quase 2000 comentários que já leva este sítio foi e será para lá vertida, os temas poderão ser alargados, mas o essencial de cada fórum passará pelos participantes. Procure informação, ofereça a que tem disponível e todos ficaremos a ganhar. E é tudo, espero que seja útil.  Participe. (…)"

16 May, 2007

Em testes

Filed under: Blogologia, Economia
Com quase dois meses de inactividade o Adufe 3.0 mantem-se on-line diponibilizando os arquivos e resistindo à lenta erosão da sua relevância no ciber-espaço. Durante os próximos tempos farei por aqui alguma experiência publicitárias. Não liguem (muito).

2 January, 2007

O E&F em 2007

Filed under: Blogologia, Economia

Nem a época festiva fez o Economia e Finanças abrandar de ritmo. Por lá podem encontrar alguns artigos clarividentes e instrutivos do Pedro Branco Gomes sobre os mercados financeiros (particularmente sobre os mobiliários) bem como, um contributo muito breve deste que vos escreve, sobre a Eslovénia e outro sobre as novas moedas de euro de lá oriundas.

Fica o desafio para 2007 de dar sequência ao projecto, refinando e complementando o que por lá tem aparecido: acompanhamento não exaustivo da actualidade dos mercados, da economia e das empresas; informação útil para o dia a dia de cada um; comentário aos media e alguns mais ou menos tímidos olhares sobre o que nos rodeia.

Ideias há muitas para melhorar a iniciativa mas o melhor mesmo é concretizá-las antes de anunciá-las, até porque estarão sempre condicionadas à disponibilidade de cada um. Entretanto, deixo também aqui no Adufe o desafio aos leitores com "queda" para este tipo de assuntos: podem enviar propostas de colaboração (publicação não garantida) para este e-mail.

20 December, 2006

A não perder a leitura de…

Filed under: Economia, Política

A ler:

19 December, 2006

Yes Minister!

Filed under: Economia, Política

Vitor Santos é o novo presidente da ERSE.

ERSE - Deixa cá ver se percebi…

Filed under: Economia, Política

"Para que o gajo não pudesse ir ao parlamento eu demito-o antes que ele possa pedir a demissão e depois já não sendo presidente da ERSE já não é ninguém". Pinhices! E pior, com o aval mais que certo do PM!

Bem vistas as coisas o povo agradece pois seguramente teremos mais tempo de atenção sobre este assunto - por uma vez a oposição (nem que seja o Bloco de Esquerda) tem razões para protestar  com sentido. E de caminho até  "corremos" o risco de aparecer alguém que pergunte: se existe uma entidade reguladora para o sistema eléctrico que a qualquer momento o governo em "vigor" pode desautorizar fazendo tábua rasa das competências e missão dessa entidade, porque é que andamos a pagar uns quantos milhões aos frustrados trabalhadores que por lá dão o seu melhor ao serviço do interesse público? Quem é que procede mal, a entidade reguladora ou o Estado via governo? Eu respondo, o governo que ainda não tem maturidade para lidar com brinquedos de um país moderno. E em particular Manuel Pinho que merece menos ser ministro do que a grande maioria dos seus concidadãos.

Democracia também é isto caro José Sócrates. Se não gosta, tem deputados que cheguem para mudar a estrutura de regulação que está montada. Seria bem mais corajoso e democrático do que recorrer a estes pobres truques que desprestigiam a governação e acabam por desperdiçar precioso dinheiro dos contribuintes e "capital político" para governar o país. Junta-se a estes exemplos a proverbial dança das cadeiras que com tanta rapidez este governo tem patrocinado em tudo quanto é pelouro com um mínimo de poder (reguladores, institutos públicos, media) e ficamos com armas de arremesso incómodas nas mãos da oposição. Ah pois, mas ela não existe. Então pronto, esqueçam isto. E o frio que está  hoje?

P.S.: Ai vida! Não consigo deixar de pensar que boa parte da culpa disto tudo é do Guterres… Uma musa inspiradora, ao contrário. Para o bem e para o mal da actual governação.

E o prémio vai para…

Filed under: Economia, Política

"A revista britânica Investments & Pensions Europe atribuiu o prémio de melhor fundo de pensões português em 2006 aos Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), que se destina a cobrir um eventual défice do sistema público. Esta distinção foi o pretexto para conversar com o presidente do instituto responsável pela gestão deste fundo, Manuel Baganha, para quem "não há complexos" quanto ao trabalho conjunto entre o público e privado na gestão das pensões dos portugueses. (…)"

In Diário de Notícias

Ora tomem nota, para mais tarde recordar. 

17 December, 2006

O feitiço de fim de ano nas bolsas de valores

Filed under: Economia

Sugestão de Leitura: “Santa Claus Rally”: a corrida das bolsas norte-americanas

Um muito oportuno texto pelo Pedro Branco Gomes no Economia & Finanças sobre algo que não deveria acontecer se os agentes económicos fossem racionais.

" (…) O Rally de Natal, decorre de uma observação estatística segundo a qual, regra geral, existe um comportamento de subida dos preços das acções no período entre o Natal e o Fim do Ano, que antecede o “Efeito Janeiro” do qual falarei numa outra ocasião. (…)"

Mais no local do costume.

15 December, 2006

Execução Orçamental para 2006 - dados até Novembro

Filed under: Economia

Imagino que o pensamento esteja já mais virado para o fim-de-semana que se avizinha, contudo, a quem interesse, informo que está já disponível a síntese da execução orçamental (DGO) relativa aos primeiros 11 meses do ano, bem como, uma brevíssima análise com alguns destaques no Economia & Finanças.

Passar bem. 

14 December, 2006

Revisão de cerca de 40% na estimativa do crescimento alemão para 2006

Filed under: Economia, Media

O título bombástico é provocatório mas infelizmente encontra paralelo na prática de muita imprensa nacional. A mesma que qualificou de duplicação do ritmo de crescimento do PIB no terceiro trimestre a passagem de uma variação do taxa de variação homóloga do PIB de 0,8% para 1,5%; sendo verdade, dá uma ideia que pouco adiante para a adequada análise da relevância dos números e evoluções em apreço.

Sim, meus amigos, lá corro o risco de apanhar com mais um rótulo corporativo e desta vez com a agravante de ter um pé num dos lados de uma barricada… Ontem constatei a gritante ignorância (ou má vontade) deixada por Martim Avilez Figueiredo (director do Diário Económico) num comentário que fez na SIC Notícias (veja-se aqui o detalhe). Hoje, a propósito desta notícia a que chego via Jornal de Negócios:

"O IFO, um dos mais respeitados institutos de conjuntura económica, reviu hoje em forte alta a sua previsão de crescimento para o PIB da Alemanha, prevendo agora que a maior economia europeia cresça este ano 2,5%, mais sete décimas do que a anterior previsão. (…)"

recordo um editorial de Bruno Proença (também no Diário Económico - 11 de Dezembro) onde entre outras coisas se lia isto:

"(…) O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu os dados passados do comércio internacional e o contributo da componente externa para o produto é menos positiva, já que as importações foram superiores ao revelado pelos dados preliminares. Os valores de base das previsões estavam errados. Isto sim é preocupante, porque acontece vezes demais. As revisões das séries estatísticas por parte do INE são, infelizmente, um hábito, que coloca a nu as fragilidades do sistema estatístico nacional. O que parece ser, afinal não é. Normalmente é pior. A situação atingiu uma tal dimensão que o Banco de Portugal já alertou diversas vezes para esta situação e coloca reservas nas suas previsões, pois não confia nos dados em que se baseia A bola está do lado do INE: tem muito para fazer para melhorar a qualidade e a fiabilidade dos dados que divulga. (…)"

E fico a matutar sobre o que dirá Bruno Proença do IFO (um dos mais prestigiados institutos de investigação económica internacional) que conseguiu a proeza de rever em 7 décimas a estimativa de crescimento para 2006… a 15 dias do final do ano. Também fico a matutar noutros factos, como sejam: conhecerá o Bruno Proença a dimensão das revisões das estatísticas produzidas directamente pelo Banco de Portugal? É que o Banco de Portugal também produz estatísticas que até são input para as estatísticas do INE (por exemplo para as contas nacionais trimestrais) e que até têm revisões históricas importantes com regularidade.

Mas mais importante do que tudo isto pergunto se Bruno Proença saberá da dimensão e frequência das revisões consideradas aceitáveis e/ou inevitáveis para os respectivos valores do PIB (para pegar num indicador chave) provenientes do Bureau of Economic Analysis dos Estados Unidos, do Central Statiscs Office do Reino Unido, do Central Bureau of Statistics Holandês ou do Economic and Social Research Institute do Japão para citar apenas alguns dos mais prestigiados? Quando souber as respostas a estas perguntas e conhecer os motivos que são aceitáveis e em larga medida inevitáveis para justificar as revisões, bem como os que são inaceitáveis e endógenos aos produtores de estatísticas talvez possamos começar a discutir seriamente formas de melhorar a qualidade das estatísticas nacionais e, nomeadamente, o trabalho do INE. E não me entendam mal, há muito para melhorar no INE, não acredito que haja quem por lá trabalhe que defenda o contrário.

Entretanto deixo aqui um convite que o INE lança a todos os utilizadores de informação estatística e que julgo constituir um pequeno exemplo de algo que tem mudado para melhor e que tem potencialidades interessantes, participem no:  Ciclo de workshops para Jornalistas.

A falar é que a gente se entende.

13 December, 2006

Não dá para perceber… Bater no ceguinho só por gozo?

Filed under: Economia, Media

Ontem na SIC Notícias fui surpreendido pelas declarações de Martim Avillez Figueiredo (director do Diário Económico) relativas à falta de credibilidade das estatísticas do INE. Portugal não tem estatísticas credíveis afirmou, focando particularmente as económicas. Afirmou ainda que o Banco de Portugal não usa as estatísticas do comércio externo provenientes do INE! E chegou a classificar o Eurostat como entidade reguladora das estatísticas europeias - quem dera ao Eurostat ter todo esse poder… Finalmente, no mar de tanta falta de credibilidade temos as estatísticas salvadoras do Eurostat relativas à confiança dos empresários que, de facto, dão a entender que as coisas poderão melhorar. Terminou sublinhando que nos EUA até há estatísticas sobre a confiança dos consumidores !

Meus amigos, o INE terá muitos problemas crónicos, graves e que exigem uma resposta à altura das novas exigências informativas, mas quando alguém ataca a credibilidade do INE revelando no mesmo discurso tanta ignorância sobre o que o próprio INE faz, esse alguém seguramente não poderá contribuir para a solução do problema. Digo isto porque simplesmente oferece como alternativa o rolo compressor que leva tudo a eito. Precisamos é de joeirar a coisa para fazer boa farinha e não de arrastar tudo para a lama.

Só para que conste (mais uma vez - alguns se recordarão que este tema já foi exaustivamente abordado no velho Adufe), o Eurostat não tem por missão produzir directamente nenhuma estatística, não realiza inquéritos regulares, procede quando muito a alguns tratamentos como sejam correcção de sazonalidade e preocupa-se essencialmente com a compilação das várias estatísticas nacionais para tentar chegar a um todo coerente a nível europeu, no meio de tanta diversidade metodológica.

Os indicadores de confiança dos empresários que Martim Avilez Figueiredo considera credíveis e como um farol sobre o que realmente aí vem na economia nacional, são divulgados não pelo Eurostat mas pela Direcção Geral de Economia e Finanças da Comissão Europeia e, pasme-se, são produzidos quase na íntegra pelo Instituto Nacional de Estatística (Indústria Transformadora, Serviços e Comércio); a excepção é o da Construção que é realizado pela AECOPS. Ah! E o INE (também com divulgação pela DGECFIN) realiza um inquérito à confiança dos consumidores desde, pelo menos, 1986. Uma última exclamação: a comissão europeia co-financia os custos de realização dos inquéritos após concurso público!

Confesso que não consigo entender aquela intervenção a que assisti ontem na SIC Notícias. O que é certo é que dava muito jeito ao INE ter críticos que prezassem a sua própria credibilidade, que se informassem (por exemplo com o que se passa lá fora em termos de revisões às séries estatísticas) e que de caminho se dedicassem a exigir melhores estatísticas sobre o país. Estão abertas vagas… 

7 December, 2006

Quanto terá de crescer o PIB até ao final do ano para fecharmos a conta com um crescimento de 1,4%?

Filed under: Economia

A Lusa fez as contas (via Jornal de Negócios) que por aqui se confirmam com o acrecento da taxa de variação em cadeia (+1,1%).

Precisamos de um crescimento homólogo no 4º trimestre de 2,2% para garantir que se atinja a previsão de 1,4% prevista e hoje reafirmada pelo Ministro das Finanças para o ano completo de 2006.

Acontece que no 4º trimestre não haverá nenhum efeito de base. Por outras palavras, o 3º trimestre de 2005 com o qual se comparou o 3º deste ano (obtendo assim a taxa de variação homóloga), foi muito "fraco" devido à antecipação de compras provocada pelo aumento do IVA. Esta antecipação levou à concentração de consumo privado no 1º semestre de 2005 em prejuizo da evolução do PIB durante, particularmente, o 3º trimestre de 2005. Ou seja, em condições normais (que são as do corrente ano) só se a economia estivesse muito mal é que não teríamos uma crescimento homólogo significativo durante o 3º trimestre. De facto, as coisas não estão muito mal, mas também não estarão muito boas, pois a produção nacional no 3º trimestre foi inferior à registada entre Abril e Junho - a tal taxa de variação em cadeia ligeiramente negativa anunciada pelo INE.

O que esperar do 4º trimestre? Continue a ler aqui.








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